Aderi à onda da separação do lixo reciclável em 1992, ano que entrei para a faculdade em Campinas. Naquela época, vestir a camisa da reciclagem não era exatamente algo muito prático, embora já absolutamente necessário e urgente. Primeiro fui eu; depois minha família em São Paulo. Numa época em que descarte seletivo era passivo e disponível apenas em Campinas, levou algum tempo, mas finalmente convenci meus pais a separarem o lixo reciclável, que era por mim transportado na volta do final de semana até o ponto de coleta do Parque Ecológico. Com o tempo, constatamos uma verdade interessantíssima: nossa capacidade de gerar lixo reciclável era muitas vezes superior à geração de lixo orgânico na casa. E isso fica muito claro logo que a gente se inicia neste "ofício" de separação, o que por sinal acaba sendo um fator de aceleração da adesão de todos na casa.
Desde aqueles tempos, venho aos poucos trabalhando para disseminar esta atitude "verde" entre os meus amigos. Acredito que fazer um mundo melhor depende de cada um de nós, e começa com nossas próprias atitudes. Confesso, nada para mim é tão mais gratificante quanto constatar esta sementinha germinando por aí. Somos muitos mais defensores desta causa hoje, e fico feliz por ter contribuído ativamente para que outros comprassem e compartilhassem desta idéia. Como sociedade, temos ainda um longo caminho pela frente para coletar, separar e efetiva e eficazmente reciclar; mas já sou feliz em fazer a minha parte separando e assegurando as pré-condições para a coleta. Para se chegar longe, é preciso começar pelo primeiro passo. Obrigada e vivas aos que se deixaram tocar por esta atitude! :)
terça-feira, julho 24, 2007
sexta-feira, julho 20, 2007
notícias do mundo de lá
se mudar é o nome do jogo, estar junto nem sempre é possível todo o tempo. mas se o ser amigo é verdadeiro, não existe espaço-tempo capaz de apagar uma amizade.
obrigada pela amizade de vocês! muito boa sorte para todos nós!
quarta-feira, julho 11, 2007
cada um escreve o que é capaz
"tenho para mim que sou essencialmente um leitor (...) acho que o que li é muito mais importante que o que escrevi. pois a pessoa lê o que gosta - porém não escreve o que gostaria de escrever, e sim o que é capaz de escrever."
(in o credo de um poeta, por j.l.borges)
(in o credo de um poeta, por j.l.borges)
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