quinta-feira, setembro 20, 2007

salvem as baleias!

recebi esses dias uma dica muito bacana a respeito de um website patrocinado pelo nosso ministério da educação do brasil, que compila várias obras que já se encontram em domínio público e outras com a devida licença por parte dos titulares dos direitos autorais pendentes.

tem de tudo: livros, pinturas, fonogramas de música erudita (inclusive brasileira), e muitas outras coisas interessantes. encontrei de fernando pessoa a van gogh; de dante alighieri a dissertações de mestrado e teses de doutorado. uma verdadeira biblioteca digital.

o website é o domínio público e, segundo me contaram, encontra-se em vias de ser desativado por falta de tráfego. pode isso? recomendo que você planeje uma visita por lá. e claro, que recomende para outros!

dica do meu querido marco. obrigada! :)

terça-feira, setembro 11, 2007

slow food já!

Um dia desses, enquanto esperava por uma deliciosa entrada de bruschetta de creme de parmesão, folheando o cardápio ainda mais delicioso do bistrô no alto da montanha, vim a conhecer o movimento slow food. Genial, pensei. É sempre reconfortante saber que ainda existe salvação para as novas gerações, insistentemente motivadas a cultuar e perpetuar o (leia-se junk) fast food.

O movimento, batizado slow food e representado por uma simpática lesminha, nasceu na Itália em 1986 (Bra, Serralunga d’Alba e Barolo). Tornou-se um movimento internacional em 1989, com um manifesto de inauguração assinado por 15 países. Itens como agricultura sustentável e defesa da biodiversidade são pauta permanente na agenda do movimento, que em 2006 esteve no Brasil em preparação para discussões no Forum Mundial.
Eu virei fã de carteirinha. Viva o prazer de saborear e apreciar uma boa refeição! Slow Food já! :)

quinta-feira, setembro 06, 2007

oásis verde na metrópole

dia desses me deliciei com o post dela comentando sobre um destino da metrópole que eu totalmente desconhecia: o jardim botânico. parte da minha personalidade dual está justamente a meio caminho entre a cidadã do mundo - urbana, conectada - e a sintonia com o verde das plantas e coloratura do canto das aves. o passeio é agradável e vale no mínimo para deixar o visitante desavisado com vergonha de ter passado anos assimilando jardim botânico a rio de janeiro - ou curitiba, necessariamente! :)

além de interessantes opções de passeios e trilhas, as estufas reúnem espécies muito bacanas, o restaurante serve uma comidinha honesta e muito saborosa, a livraria é pequena mas tem bons títulos, e os lagos fazem um show à parte para os olhos. recomendado!